Sim, o rato-marsupial-australiano, um pequeno roedor com cerca de 10 centímetros de comprimento. Sua vida muda radicalmente quando ele atinge a "adolescência": os testículos aumentam e chegam a quase um quarto do seu peso total! A produção de espermatozoides e de testosterona, o hormônio sexual masculino, vai às alturas. Louco para acasalar, ele sai em busca de uma (ou várias) parceira(s) e é capaz de transar por 12 horas seguidas! Mas o excesso de testosterona na corrente sanguínea afeta seu sistema imunológico, deixando-o sujeito a infecções. Estudos revelam que a maioria morre cerca de dez dias após o acasalamento, que ocorre em julho ou agosto. Mas, como o danado transou até não poder mais e fecundou várias fêmeas antes de bater as botas, garantiu a sobrevivência da espécie.
domingo, 1 de maio de 2011
Existe animal que morre de tanto transar?
Postado por
Larissa Senna
às
11:54
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Curiosidades
É possível clonar um fóssil congelado?
É possível na teoria, mas, na prática, as ferramentas disponíveis atualmente ainda tornam o processo difícil. "O principal problema é encontrar um DNA preservado de um animal extinto", explica Lygia Pereira, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva da USP. A partir do momento em que o bicho morre, suas células já começam a se degradar. Depois de milhões de anos, então, imagine o estado em que as células se encontram, o que torna praticamente impossível encontrar um DNA perfeito de um animal pré-histórico. Com animais extintos mais recentemente, como o lobo-da-tasmânia, o trabalho é um pouco mais fácil. Vários zoológicos e laboratórios inclusive mantêm amostras de DNA desse animal para que em um futuro que não parece muito distante eles possam caminhar novamente.
A volta dos mortos-vivos
Dá para trazer os mamutes de volta ao mundo - só falta achar DNA intacto
1. O frio extremo aparentemente congela e conserva bem o corpo do bicho, mas por dentro não é bem assim. As baixíssimas temperaturas destroem as células. Junto com elas, vão para o beleléu os cromossomos, que contêm o material genético, o DNA, necessário para que se possa produzir um clone do animal
2a. Um jeito de obter o DNA seria sintetizá-lo em laboratório - mas é difícil, pois, até 2008, apenas 70% do genoma de mamutes foi decifrado. Outro seria modificar o DNA de um elefante, que seria meio caminho andado para virar DNA de mamute, mas ainda não se sabe exatamente onde essas mudanças deveriam ser feitas
2b. Mas, se, por sorte, uma única célula com a sequência de DNA intacta for encontrada em um fóssil, é possível retirar o seu núcleo, que contém os cromossomos, e colocá-lo em um óvulo sem núcleo de um parente, como o elefante. Assim, teríamos um óvulo fértil de mamute, que, com impulsos elétricos, pode tornar-se um embrião
3. O óvulo é implantado no útero da mamãe elefante, mas essa gestação tem riscos. Durante a gravidez, há muita troca de materiais entre mãe e feto. A quantidade de proteínas que um feto elefante receberia pode ser insuficiente ou exagerada para um feto mamute, por exemplo, o que pode causar um aborto ou o nascimento de um filhote com problemas
Dados extraídos do site : http://mundoestranho.abril.com.br/materia/possivel-clonar-fossil-congelado-495740
Postado por
Larissa Senna
às
11:43
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Curiosidades
Assinar:
Postagens (Atom)

